sexta-feira, 18 de junho de 2010

Meu Pai II

Pai...


Pai, olho tuas mãos,

Elas são importantes na construção de teus filhos;

Que elas saibam ser firmes no orientar,

Serenas no amparar;

Que elas não fujam ao dever de punir,

E não se aviltem por agredir...


Tuas mãos, pai,

Devem ser o exemplo do teu trabalho

E que não se abram apenas materialmente,

Que isso é um modo de fechar a consciência,

Mas que, ao abri-las estejas abrindo muito mais

O teu coração e a tua compreensão...


Teus olhos, pai, que responsabilidade eles têm,

Que eles vejam as qualidades de teus filhos,

Por pequenas que sejam, para que as faças crescer,

Mas que não deixem de ver os defeitos e as falhas,

Porque pode ser teu o dever de corrigi-las...


Não te consideres, pai, sem defeitos,

Mas que isso não te desobrigues

Da perfeição de ensinares o que sabes certo,

Ainda que tu mesmo tenha dificuldade em segui-lo,

Mais importante do que conseguí-lo,

Sem dúvida será lutar por ele.


Pai, o que se quer de ti,

É que pai sejas,

No conceber por amor,

No receber por amor,

No renunciar por amor,

No amor total dos filhos que,

sem teu amor,

perderão o significado da própria vida.


Pai, estás presente no sangue,

Na herança biológica,

Na cor, no nome, na língua,

Tudo isso, porém, desaparecerá

Senão te fizeres presente no coração.


MEU PAI É O PILOTO

No livro Silent Strength for My life (Força tranqüila para a minha vida), Loyde John Ogilvie conta a história de um menino que conheceu numa viagem. Ele reparou no menino sozinho na sala de espera do aeroporto aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos. Quando Ogilvie entrou no avião, viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.
O menino foi cortês quando Ogilvie puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar tempo colorindo um livro. Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estava sendo feitas.
Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade ,muito forte, o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade. Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor do menino, ficou preocupada com aquilo tudo, e perguntou ao menino:
_Você não está com medo, menino?
_Não senhora, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.
_Meu pai é o piloto.


Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade. Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme.
Temos a sensação de que estamos pendurados no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiar-mos, e que nos sirva de socorro. No meio da tempestade, podemos nos lembrar de que nosso Pai é o piloto.
Apesar das circustâncias, nossa vida está nas mãos do Deus que criou o céu e a terra.
Ele está no controle, por isso não há o que temer. Se um medo incontrolável tomar hoje conta do seu ser, diga:
"MEU PAI É O PILOTO, NÃO TEMEREI MAL ALGUM!"

Autor: Pr. Alexandre Martins – Ministério Jovem Missão Paulista do Vale


Fonte: http://sosliderja.blog.terra.com.br/ ; Central de Diretores JA
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